terça-feira, 15 de setembro de 2009



Toca-me bela,

Pulsa mais uma vez este pequeno coração

Ensina-me a te amar mais uma vez

És minha rainha


Nas noites alvas, posso esperar

Pois teu brilho transcende a alva, e toca-me


Como gota frígida e gelada

Refresca minha alma,

Como brilho que a encobre

Reflete sobre mim a transparência do amar.


Amo-te não por mi amar

Amo-te por que te quero


Em meio as minhas noites escuras

A uma luz que toca meu sonho

E expressa o significa que há dentro de ti

Por que te por ti amar


E como quem conta um conto

Busco o encontro que há dentro do teu olhar


Espero hoje mais uma vez voltar achar

O que em ti, só em ti habita escondido.

Toca-me, e mostra o por que só a ti quero amar.


Kether Kadmon.

quinta-feira, 24 de julho de 2008


Nota-me com aplausos cegos
Nos sussurros aos muros
Uma lagrima goteja
Em poemas expressos a vida almeja

Cavaleiro errante em pousos perante a dor oscilante
Levo avante os dilemas constate
Dor do homem ferida de amante

Canto ao poeta
Exclamo a ti
Escrita bendita
Profano assim

Sei de meu erro
Sei de minha dor
Sei que sabes
Que um cavaleiro não sou
Pois, honrar ao Rei, praticar a justiça e Ajudar ao aflito
Foi me juramento ao qual não dei ouvidos
E hoje no escuro escuto seus gritos

Perdão aos céus
Tristeza amarga
Inflama minha alma
Com flecha lançada,
Que se acabe acaba no nada.

Kether Kadmon.

quarta-feira, 2 de julho de 2008


Poesia de amor
Alivia a dor.

PoesAi do Clamor
Escultai o meu Senhor.

Escuto uma mão
tocando ao chão pedindo
Com cobretas não me
Buscando a razão

Minha bela amada
Como se fosse um nada
Menga lavada, grintando aos fratos
Do homem ao parto
Recebendo um nada

Cegos, Impuros
Fechado e Burros
Esquecem que mundo tem um abismo profundo
Negam o pão mas que são mendigos do Cão!

A menina amada
Esquece do nada
E clama com a mão
Pedido, ao bom Deus que toco em um dos seus,
Escultai o clamor, que consome a dor.

Não é ninguém, que escolhe,
Mas ao pobre acolhe, para o bem consumar,
Invisivel são os que em seus olhos vão e nega a atenção à menina no chão.

Não mendiga pela fome mas clama ao homem
Homem de Fé, Dor, homem sem razão
Homem que deixa a pequena menina a mendigar o pão
Não julgue o certo ou erra, digno ou glorioso.
E meu dever ajudar o filho do todo poderoso
Não deixe a pequenina em seu olha curioso
Dormina nas noites fria do abismo tenebroso.

(In memorian).

Kether Kadmon.

quinta-feira, 19 de junho de 2008


Lagrimas no papel
De rosto molhado
Coração apertado
Do que um dia aprendeu a amar
Nas palavras puras
Levada no oceano de lagrimas
Que no barco da tristeza estão a brotar
Dizem; “Sempre vou te amar”

Sobre sua pela doce e suave
Delicadamente nasce a semente
Que em frutos descontente clama
Para a explicação que não seu coração consegue interpretar

Sabe que valeu a pena
Pois decides sofre por amar
Mesmo que não saiba
Minha bela sua lagrimas
Trazem a mim que daqui estou a te olhar

Separados estamos
Peço ao bom Deus
Que a nossa ponte
Sobre o mar além do véu
Nunca deixe terminar
Ponte feita pela
Por mim te querer
Ponte feita por você me amar

No papel sua lagrimas
Escrevem nossa história
Que neste céu
Teu amor, faz escoar.

Kether Kadmon.

Escondi-me no véu
Embaixo de conceitos e especulações
Busque ouvir o que queria
A resposta que tive foi a do coração

Não determinei o caminho
Mas diante de tal amor escolhi segui-lo
Na verdade não escondo que te amo
Pois seria esconder que ti quero
E te querer é realmente a verdade que espero

Meus sentimentos são águas
Que truvas podem estar,
Mas com teu amor estas águas
São oceanos do amar

Minha amada busca explicar tal sentimento
É buscar contraria tais emoções
Sendo assim a verdade que mais uma vez busco
É verdade que Te Amo a verdade do coração

Kether Kadmon.

Um pedaço no céu,
Um pedaço de mim!

Na vida a dor Persupõe o existir
Se não fosse o amor
Não veria o valor de poder estar aqui.

Amargo castigo
Não vivo fingido, mas guardo escondido
O amor de amigo,
No canto chorar,
Em segundo a passar com relogios a clamar
Vejo entre os dedos o amor escapar
E entre as mão o mais profundo cravo encravar,

Não escolhi este destino
Vivo féto pequenino,
Féto de Mãe que dá luz ao menino
Pequeno e fransino em rumos sem destino,
Perdido menino!
Busquei o tesouro; "Amor de um dia".
Achei a dor, que nunca queria.

Ainda meu amor guardo no peito
Do lado dereito
Entre nuvens de mél
Nos sonhos em véu
Espero no leito te-lo como sonho prefeito.
Sonhos e Céu.

Kether Kadmon.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Escrever que não temo, mas o que espero.

Dizer que palavras sem você não expressam nada,
Pois a maior expressão de minhas palavras estão em ti amar,

Minha linda escrever poema são elos,
Diz que te amo são palavras,
Mas te amar é meu desejo.
É minha vida.
É querer.
É estar
E viver.

Assim como o vento sopra,
Assim como o sol em meio à neblina brilha,
Assim como teu rosto me encanta, e tua pele me deslumbra,
Assim como mesmo sem ver posso sentir,

É, sim é meu amor, meu viver, meu prestar, meu quer,
Assim sou eu
Devoto a ti.

Kether Kadmon.