quinta-feira, 24 de julho de 2008


Nota-me com aplausos cegos
Nos sussurros aos muros
Uma lagrima goteja
Em poemas expressos a vida almeja

Cavaleiro errante em pousos perante a dor oscilante
Levo avante os dilemas constate
Dor do homem ferida de amante

Canto ao poeta
Exclamo a ti
Escrita bendita
Profano assim

Sei de meu erro
Sei de minha dor
Sei que sabes
Que um cavaleiro não sou
Pois, honrar ao Rei, praticar a justiça e Ajudar ao aflito
Foi me juramento ao qual não dei ouvidos
E hoje no escuro escuto seus gritos

Perdão aos céus
Tristeza amarga
Inflama minha alma
Com flecha lançada,
Que se acabe acaba no nada.

Kether Kadmon.

quarta-feira, 2 de julho de 2008


Poesia de amor
Alivia a dor.

PoesAi do Clamor
Escultai o meu Senhor.

Escuto uma mão
tocando ao chão pedindo
Com cobretas não me
Buscando a razão

Minha bela amada
Como se fosse um nada
Menga lavada, grintando aos fratos
Do homem ao parto
Recebendo um nada

Cegos, Impuros
Fechado e Burros
Esquecem que mundo tem um abismo profundo
Negam o pão mas que são mendigos do Cão!

A menina amada
Esquece do nada
E clama com a mão
Pedido, ao bom Deus que toco em um dos seus,
Escultai o clamor, que consome a dor.

Não é ninguém, que escolhe,
Mas ao pobre acolhe, para o bem consumar,
Invisivel são os que em seus olhos vão e nega a atenção à menina no chão.

Não mendiga pela fome mas clama ao homem
Homem de Fé, Dor, homem sem razão
Homem que deixa a pequena menina a mendigar o pão
Não julgue o certo ou erra, digno ou glorioso.
E meu dever ajudar o filho do todo poderoso
Não deixe a pequenina em seu olha curioso
Dormina nas noites fria do abismo tenebroso.

(In memorian).

Kether Kadmon.