quarta-feira, 2 de julho de 2008


Poesia de amor
Alivia a dor.

PoesAi do Clamor
Escultai o meu Senhor.

Escuto uma mão
tocando ao chão pedindo
Com cobretas não me
Buscando a razão

Minha bela amada
Como se fosse um nada
Menga lavada, grintando aos fratos
Do homem ao parto
Recebendo um nada

Cegos, Impuros
Fechado e Burros
Esquecem que mundo tem um abismo profundo
Negam o pão mas que são mendigos do Cão!

A menina amada
Esquece do nada
E clama com a mão
Pedido, ao bom Deus que toco em um dos seus,
Escultai o clamor, que consome a dor.

Não é ninguém, que escolhe,
Mas ao pobre acolhe, para o bem consumar,
Invisivel são os que em seus olhos vão e nega a atenção à menina no chão.

Não mendiga pela fome mas clama ao homem
Homem de Fé, Dor, homem sem razão
Homem que deixa a pequena menina a mendigar o pão
Não julgue o certo ou erra, digno ou glorioso.
E meu dever ajudar o filho do todo poderoso
Não deixe a pequenina em seu olha curioso
Dormina nas noites fria do abismo tenebroso.

(In memorian).

Kether Kadmon.

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