
Poesia de amor
Alivia a dor.
PoesAi do Clamor
Escultai o meu Senhor.
Escuto uma mão
tocando ao chão pedindo
Com cobretas não me
Buscando a razão
Minha bela amada
Como se fosse um nada
Menga lavada, grintando aos fratos
Do homem ao parto
Recebendo um nada
Cegos, Impuros
Fechado e Burros
Esquecem que mundo tem um abismo profundo
Negam o pão mas que são mendigos do Cão!
A menina amada
Esquece do nada
E clama com a mão
Pedido, ao bom Deus que toco em um dos seus,
Escultai o clamor, que consome a dor.
Não é ninguém, que escolhe,
Mas ao pobre acolhe, para o bem consumar,
Invisivel são os que em seus olhos vão e nega a atenção à menina no chão.
Não mendiga pela fome mas clama ao homem
Homem de Fé, Dor, homem sem razão
Homem que deixa a pequena menina a mendigar o pão
Não julgue o certo ou erra, digno ou glorioso.
E meu dever ajudar o filho do todo poderoso
Não deixe a pequenina em seu olha curioso
Dormina nas noites fria do abismo tenebroso.
(In memorian).
Kether Kadmon.
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